segunda-feira, 19 de abril de 2010

A USC está podrida












De Triste Universidade






Para os que toda a nossa vida girou arredor da Universidade, umhas eleiçons como as do vindouro mês podem ser até dolorosas. A USC está podrida por dentro. Que nom nos enganem as fachadas limpas das faculdades.

A Universidade revela-se como umha instituiçom governada por camarilhas de professores mais preocupados em repartir os fundos para investigaçom baixo umha retórica vazia que em ser capazes de saca-la do seu estado e conseguir que afronte o futuro como garantias e servindo ao país. Um exemplo: A USC carece de estatutos actualizados -a norma básica da Universidade- porque Senén Barro non puido fazer umha reforma á sua medida (e á dos seus amigos). Precisamente os que louvam o maio do 68 sequestram a Universidade para o seu interesse privado, inutilizando os órgaos representativos da limitada democracia universitária com acordos baixo a mesa.

Neste panorama, qualquer dos sete candidatos som mais do mesmo, além de algum que outro matiz ideológico, pois todos cantam a mesma cançom com diferentes sotaques. Para alguns também supom umha pequena frustraçom que os sectores mais críticos da USC, agrupados arredor de Fírgoa, nom deram o passo adiante e plantaram cara á situaçom. Entendo que nom gostem de jogar nesse terreno, mas ás vezes nom chega com exercer de "Pepito Grillo".

Moitos ficamos sem alternativa á reitoria nestas eleiçons. Queda o recurso de nom votar, como a maioria do estudantado, ou votar em branco, como forma se quadra pouco útil mas um chischo mais visível que a abstençom, de rejeitar aos sete reitoráveis. Alguns seguimos a crer que umha alternativa desde o nacionalismo, realmente transformadora e plural é possível, mas volve estar ausente. E se 2014 é demasiado tarde?

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