Apaguemos as luzes dos cenários, quitemos os cartazes das farolas e paredes, recolhamos as cousas em Sam Caetano. Cumpre pensar. Nom ponhamos panos quentes, nom olhemos cara outro lado: os dados som os que som. O BNG perdeu desde 1998 case a metade dos votos. Longe fica já aquele 25% e os 18 companheir@s a combater o fraguismo no Paço do Hórreo.
Volvamos aos locais de reuniom que abondamos polos despachos oficiais, sentemo-nos todos juntos mais umha vez e falemos no seio desta casa comum que é o BNG. Nom lancemos notas de imprensa antes de tempo, a batalha é nas assembleias onde ainda podemos participar, nom nas portadas de La Voz de Galicia. Marquemos nós os nossos tempos para poder olhar atrás e ver que fizemos mal.
Nengum de nós tem a verdade absoluta, por isso debemos saber escuitar, mas também saber falar: digamos as coisas á cara, nom lancemos punhais ocultos. Independentes, partidos e coletivos do BNG temos a responsabilidade de achar soluçons á nossa crise. UPG, ESG, EI, Isca! e demais temos que analisar que passou, exigir responsabilidades e acordar um caminho cara o futuro. Tenhamos madurez para afrontar a situaçom.
Porque o futuro da Galiza depende de nós. Porque, apesar de todo, queremos mais. Moito mais.


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