sexta-feira, 16 de abril de 2010

Pequenos avanços

Pouco a pouco as cousas cambiam. Segue a ser difícil de assumir para alguns, mas recentemente houve três passos adiante. Em Portugal rematou, polo menos oficialmente, a discriminaçom aos homossexuais á hora de dor sangue, e o Tribunal Constitucional declarou legal o matrimonio entre pessoas do mesmo sexo.

No outro extremo da Europa, morreu Lech Kaczynki, um homem que proibiu a marcha do Dia do Orgulho quando presidia a Câmara de Varsóvia e intentou investigar se Tinky Winky, um "Teletubbie", era gay. Nom me alegro da sua morte, mas si da desapariçom dum obstáculo para a igualdade.

A ver se seguimos assim.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Alecrim

De Um país cheio de vida

Volve a primavera, e com ela o alecrim a pintar de amarelo os montes do país. Talvez o caminho dos que queremos cambiar este mundo seja semelhante a esta flor: nasce dumha planta cheia de espinhas e ferinte, como como todas as luitas (pola língua, pola pátria, pola terra, pola Universidade). Mas o resultado nom pode ser outro que um estourido de vida na busca da luz do sol. Para moitos ainda fica um longo caminho de espinhas, mas aqui seguimos, de muitas formas e por múltiplas sendas. Tantas como alecrins tingem ouro os nossos montes.

Para os companheiros dos CAF de Lugo, organizaçom da que o alecrim foi o seu primeiro logótipo.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

20 anos sem Carvalho Calero

Ás vezes semelha que desterradas as feiras e romarias das nossas vidas, necessitamos suprir a sua falta com outras festas rituais: os centenários. Nesta ocasiom, a do nascimento de Ricardo Carvalho Calero (e o vigésimo aniversário da sua morte).

Este homem de baixa estatura e gesto grave é um dos pais do reintegracionismo, um discípulo díscolo de Ramom Pinheiro, que sofreu na trincheira a Guerra Civil, e logo na barricada filológica a disputa pola normativa que devemos seguir para escrever a nossa língua.

Unha homem de claros e escuros, como muitos outros que marcaram a nossa cultura, mais ao que homenageamos como um dos criadores dos alicerces dum movimento do que hoje muitos formamos parte e graças ao que olhamos com ilusom o futuro da língua. Cada quem fai como pode, eu com o que sei fazer, entrevistas:


segunda-feira, 29 de março de 2010

Viva Pancho Villa!

De A naçom em marcha

Aqui estamos. O glorioso Exército de Pancho Villa continua vivo e dando a batalha. Logo dum longo e duro processo interno, por fim Isca! está consolidada como umha realidade que actua em Galiza Nova, no movimento estudantil e em toda a sociedade galega.

A todos e todas que estivemos na III Asemblea Nacional de Isca! uniu-nos a ilusom por criar algo novo, algo que começamos a construir há quatro anos desde a marcha dum grupo de companheiros e companheiras da UMG em 2006. Somos umha voz pequena, mais umha voz necessária que cobre um espaço durante muitos anos vazio em Galiza Nova e o país e suma um outro sotaque ás múltiplas vozes que convivem no BNG.

Medramos para construir, e construímos para liberar. Viva Pancho Villa!